Fiz, mas não fui eu…
Schwartsman: "Temos mais um exercício de equilibrismo do que o reconhecimento do estrago que suas políticas causaram ao país"
Diante da estagnação da produtividade na economia brasileira, não nos conformamos em ser considerados uma nação de baixo crescimento. Buscamos transformar o Brasil em um país de renda alta, focando em políticas e estratégias que impulsionem a inovação, promovam a eficiência e alavanquem o potencial humano. Com soluções que visam a abertura de mercado, a geração de empregos e o aumento da competitividade brasileira no mercado global, poderemos construir um legado de prosperidade para as próximas gerações.
Schwartsman: "Temos mais um exercício de equilibrismo do que o reconhecimento do estrago que suas políticas causaram ao país"
Sueli Angarita: "É recomendável um estudo minucioso da empresa em questão antes de se inserir no negócio"
João Mauad: "Como Bastiat nos ensinou, deveríamos 'tratar todas as questões econômicas do ponto de vista do consumidor'"
Não existe tarifa grátis: a gratuidade precisa ser compensada por subsídios públicos ou pela cobrança maior para os grupos sem isenção
Economista Julio Hegedus analisa situação econômica do Brasil neste início do ano
Rolf Kuntz: "O país poderia ter virado assunto de piada em todo o mundo se a Standard & Poor’s (S&P) tivesse agido com menor discrição"
Zeina Latif alerta: "Os poderes têm tomado decisões sem considerar suas implicações fiscais"
Monica de Bolle: "As labaredas do nacionalismo econômico cativam as massas como no fascismo europeu dos anos 30"
"É pouco provável que sejamos capazes de recuperar o grau de investimento pelas principais agências de risco do mundo brevemente"
Alexandre Schwartsman: "Foi uma semana tenebrosa para os rumos da política fiscal no país"
Para Maílson da Nóbrega, devemos "aproveitar a discussão para resolver o problema da excessiva rigidez do Orçamento"
Ubiratan Iorio: "Há o cidadão do setor privado, que pode ser demitido caso seja incompetente, e o do setor público, que tem estabilidade e...
Raul Velloso: As despesas obrigatórias passaram de pouco mais de 70% da receita corrente líquida, em 2008, para cerca de 104% no corrente ano
Armando Castelar Pinheiro: "O ano de 2018 trará muito debate sobre que caminhos o Brasil deve seguir nos próximos anos"
Julio Hegedus: "Iniciamos janeiro e vai se delineando melhor o que teremos pela frente e os principais desafios a serem enfrentados"
"Que tenhamos um pleito cheio de ideias e proposições para os graves problemas do país, sobretudo sobre o drama fiscal"
"É fundamental melhor organizar nossas cadeias produtivas de ponta a ponta, incluindo a coordenação público-privada"
"Ausência de ajuste fiscal nos recolocará inexoravelmente no abismo inflacionário dos anos 1980"
Maílson da Nóbrega: "A privatização será benéfica ao país e aos seus funcionários"
"Não há mais dúvidas sobre a recuperação da economia. Os que afirmavam que esta seria impossível sem o estímulo do gasto público tiveram que...
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