O decreto da alfabetização
João B. Oliveira: "No decreto, há avanços a serem comemorados. Com 20 anos de atraso, o MEC define com clareza o que é alfabetizar"
João B. Oliveira: "No decreto, há avanços a serem comemorados. Com 20 anos de atraso, o MEC define com clareza o que é alfabetizar"
"Uma das estratégias para manter o status quo na discussão sobre alfabetização é tergiversar, ao invés de definir o conceito com clareza"
Merval Pereira: "O que não dá para minimizar é a bagunça em que o governo está metido"
José Pastore e Eduardo Pastore: "É inadiável uma reforma para redefinir o papel dos sindicatos e buscar formas de assegurar recursos"
"Partidos foram proibidos, a imprensa foi censurada, opositores foram presos, torturados, mortos", lembra Carlos Alberto Sardenberg
Maílson da Nóbrega: "A forma como a emenda constitucional foi aprovada constitui um risco para o país"
Roberto DaMatta: "Mesmo nesse Brasil até hoje condenado à ignorância como valor, a melhor opção é um livro"
"A política não arrumará a situação fiscal por gravidade. Sem tocar a política, nada será aprovado", alerta Samuel Pessôa
Claudia Costin: "Débora Garofalo disputa prêmio de melhor docente do mundo"
Joel Pinheiro da Fonseca: "A mentalidade que tudo explica com base em privilégios leva a um derrotismo invencível"
João Batista de Oliveira: "É possível promover intervenções de curto prazo, com estratégias adequadas. Mas nada disso precisa de decreto"
Carlos Alberto Sardenberg: "Nossos problemas estão bem aqui dentro, e o primeiro deles é arrumar as finanças públicas"
Roberto DaMatta: "Quando a violência assassina dos tiros substitui a paciência e a sabedoria das palavras, rotinas são rompidas"
João Batista Oliveira: "A frase é do Ziraldo, e dados da Prova Brasil sugerem que ele pode ter razão"
Joel Pinheiro da Fonseca: "Algo une o assassino de Realengo, os dois de Suzano e o atirador de Christchurch"
Roberto DaMatta: "Foi decidido que seria ‘Hamlet’ e aí surgiu a dúvida: quem faria o papel do príncipe vingador?"
Antonio Penteado Mendonça: "Política deveria ser séria. Tão séria que não deveríamos ter espaço para coisas pouco sérias..."
Rubens Barbosa: "Homem do mundo, servidor do Estado, um exemplo para as novas gerações de diplomatas"
Joel Pinheiro da Fonseca: "A energia dos terraplanistas não está no debate científico, mas na política"
Carlos Alberto Di Franco: "Há uma clara percepção de que o Estado está na contramão da sociedade brasileira"
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