O site “WikiLeaks” divulgou nesta sexta-feira, 22 de outubro, documentos secretos dos Estados Unidos que mostram graves violações do país aos direitos humanos. De acordo com o relatório apresentado, pelo menos 109.000 pessoas, 63% delas civis, morreram no Iraque do início da invasão americana, em março de 2003, até o final da guerra, em 2009. Os documentos também apontam que o exército americano e seus aliados cometeram abusos, execuções sumárias e atos de tortura durante o conflito. Segundo a agência “Reuters”, os Estados Unidos sabiam dos abusos contra prisioneiros cometidos por policiais e soldados iraquianos, mas nem por isso investigaram os casos. Confira a reportagem da “Reuters” aqui.
“WikiLeaks” divulga documentos secretos: 109.000 iraquianos morreram na guerra
Leia também
O que a Torre de Babel pode nos ensinar sobre economia
20/02/2026
*Felipe Camolesi Modesto, em artigo originalmente publicado na FEE Um dos mitos mais conhecidos sobre a origem das línguas humanas tem suas raízes...
Liberdade e Direito no Brasil: o desafio de proteger regras em tempos de urgência
11/02/2026
*Por Lorena Mendes, estudante de Direito, com atuação no movimento liberal desde 2022, experiência em instituições jurídicas de Minas Gerais e...
O problema do desenvolvimento da América Latina começa com suas instituições
28/01/2026
*Pedro Henrique Engler Urso O subdesenvolvimento na América Latina não pode mais ser explicado apenas por fatores externos como legados coloniais...
Política sensorial: como as cidades podem enobrecer as pessoa
13/01/2026
*Felipe Modesto Caminhe por qualquer uma das grandes metrópoles brasileiras e você sentirá imediatamente: o calor sufocante refletido pelo...
Sem Comentários! Seja o primeiro.