O Brasil apoiou a escolha da ministra francesa das Finanças, Christine Lagarde, como próxima chefe do Fundo Monetário Internacional, alinhando-se a outros grandes mercados emergentes, como a China, ao invés de equiparar-se a seus vizinhos latino-americanos.
Brasil apoia a escolha de Lagarde para o FMI
O Brasil optou por Lagarde não apenas por sua experiência e conhecimento, mas também por seu contínuo compromisso com as reformas do FMI, “o que implica aumento da representação entre as economias emergentes”, justificou o ministro das Finanças, Guido Mantega.
Fonte: Reuters
Leia mais aqui no site do Instituto Millenium, leia o artigo de Rolf Kuntz, “A nova cartilha do FMI”
Leia também
O labirinto brasileiro: como o Estado desestimula a inovação
31/03/2026
*Samuel Bonna Boschetti Sousa Empreender no Brasil exige mais do que uma boa ideia: exige navegar por um sistema institucional que, ao mesmo tempo,...
O Tribunal que consome o Estado: o caso do Acre e o dilema dos Tribunais de Contas
25/03/2026
Por Danton Moura Para um estado que enfrenta restrições orçamentárias severas e pressões crescentes sobre saúde, educação e infraestrutura,...
À margem da formalização: o custo invisível para mulheres empreendedoras
17/03/2026
Por Lorena Mendes A informalidade como sintoma institucional A informalidade no empreendedorismo feminino raramente é resultado de negligência ou...
O Custo Científico Brasileiro com o Alinhamento com Ditaduras
10/03/2026
*Deborah Palma, administradora de empresas e especialista em educação financeira A ciência não é um produto de decretos governamentais ou de...
Sem Comentários! Seja o primeiro.