O economista Rodrigo Constantino debate a censura a comerciais voltados para o público infantil e o cerceamento da liberdade indivual. Veja!
Propaganda infantil: proibir ou não?
Leia também
Elite do Judiciário brasileiro está entre as mais bem pagas do mundo: Um desafio republicano
29/04/2026
*Thais Diniz Em qualquer democracia funcional, o Judiciário ocupa um papel central: garantir a aplicação das leis, proteger direitos e arbitrar...
Capitalismo e mérito: uma crítica à confusão entre esforço e valor
28/04/2026
*BRENO FRANÇA O debate contemporâneo acerca da meritocracia no capitalismo parte, com frequência, de uma constatação empírica correta para...
O retrato invisível das empreendedoras brasileiras
22/04/2026
*Lorena Mendes Por muito tempo, a história de Dorian Gray foi lida como um alerta moral sobre vaidade, aparência e decadência. Mas talvez sua...
O Caso Argentina: o que as reformas de Milei revelam sobre os erros do Brasil
15/04/2026
A experiência recente da Argentina sob o governo de Javier Milei tem despertado atenção internacional e intensificado o debate no Brasil. Após...
As esquerdas, em seu sonho de implantar o regime totalitário, são obcecadas em transformar o homo sapiens em homo sovieticus. Não tiveram sucesso com os adultos do comunismo russo, tentam agora com as crianças….
As esquerdas sempre foram obcecadas em transformar o homo sapiens em homo sovieticus. Não o conseguiram com os adultos do regime comunista russo, tentam agora com as crianças.
Assista a “Consuming Kids (2008)” e vc terá a certeza que existem muito mais cifras entre o céu e a tela que nossas vãs ideologias possam afirmar.O ovo da serpente de fato é se acovardar,nisso concordo,porém quem é que define as razões e relações de consumo das crianças? Deixe de retórica e fale sério!Prop. de cigarros foram proibidas e a fórmula 1 está aí firme forte.Jornais e TVs não fecham por falta de propaganda mas sim por falta de conteúdo.
Devíamos perguntar a todos:
Como andam os núcleos familiares hoje?
Os responsáveis por crianças e adolescentes, de todas as classes sociais do nosso país, tem condições de acompanhar de perto seus protegídos???