É professora formada em Pedagogia com especialização em Supervisão e Alfabetização. Trabalha na Prefeitura de Porto Alegre, leciona na Universidade Luterana do Brasil, é diretora do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (PROLER) do Rio de Janeiro e presidente da Associação dos Superviosres de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (ASSERS). É autora de “Gota D´Água” (1989) “Minha Porto Alegre” (1998) “Ted, o meu tênis” (2002), “A bruxa apaixonada e o lobo fujão” (2004) “Escola: um lugar pra ser feliz” (1999) “Ecopedagogia: o remo e o rumo da educação” (2004) “Palavra Engasgada” (2001).
Leia também
A Certidão de Nascimento como Nota Fiscal
29/05/2026
*Breno França e Lorena Mendes O Estado é o primeiro convidado a chegar na maternidade e, sem trazer presentes, já garante sua participação antes...
O Anjo e o Tinhoso nos Ombros da Reforma Tributária do Consumo
27/05/2026
*Nicole Alvim A partir de agosto, o brasileiro deve começar a entrar em contato ativamente com aquele que será o novo sistema tributário...
O Fim da Busca pela Verdade e a Disputa pela Formação Intelectual
20/05/2026
*Deborah Palma O panorama da educação superior no Brasil é fruto de uma complexa teia de influências históricas, teóricas e institucionais que...
Quem conquistar os jovens governará o futuro: a corrida pela juventude como novo eixo da política brasileira
13/05/2026
*Ana Carolina Kulzer Existe uma disputa decisiva em curso no Brasil, e ela não começa nas urnas, mas muito antes delas. Trata-se da corrida pela...
“Porque será que a Escola ainda não é na TV?”
Pelo menos o ensino infantil e o fundamental, por onde poderíamos ter a oportunidade de melhorar a qualidade da população futura? Poderia ser mais econômico, poluiria menos o planeta, poderia ser mais seguro não só para a integridade física das crianças bem como para a integridade mental, moral intelectual das mesmas e da população como um todo. Poderia ter um nível superior de qualidade (escolhendo os melhores professores para ministrar as aulas, deixando aqueles que nem passam nas provas para outras funções, como ligar a TV para aqueles alunos que ainda preferirem ir à sala de aula fisicamente) A questão da socialização, que muitos julgam necessária para o “bom” desenvolvimento das crianças poderia então dar-se através de aulas de esportes, música, teatro, artesanato, marcenaria etc…
Os avanços tecnológicos da era em que vivemos já permitem esse tipo de mudança. Queremos dar um salto em direção a um futuro mais digno ou vamos esperar para chegar à última colocação no ensino mundial para só então criar vergonha na cara e buscar soluções mais adequadas à vida moderna? Por favor, responda, nem que seja como advogado do diabo, mas acho que essa pergunta merece consideração. Grata pela atenção.
Acho que existem fatores sociais mais importantes para nos procuparmos e tornamos a educação no Brasil de qualidade.
A figura do professor com mediador no processo ensino aprendizagem é de extrema importancia os meios de comunicação são uma ferramenta para o desenvolvimento desse processo, os alunos devem esta inserido em ambientes diversos com profissionais qualificados envolvidos com a educação.