Para a antropóloga da UFRJ o projeto, em votação pelo STF, é um modelo importado, que propõe a divisão da população brasileira entre brancos e negros e é contra o princípio da igualdade.
Yvonne Maggie critica adoção de cotas raciais
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Pelo resultado da votação do STF, fomos vencidos, embora não convencidos. Seu vídeo é de uma simplicidade e clareza muito grande.Parabéns pela lucidez e luta contra a segregação e discriminação racial por decreto, no Brasil. Pessoas como a senhora, formadoras de opinião, não devem esmorecer ante pequenos reveses. Importante é buscar o triunfo ao final. Acredito que o Congresso, como citado, já está preocupado e tomando providências contra essa ânsia do STF em legislar, interpretando a constituição, na minha visão, de forma ideológica, ao sabor das minorias barulhentas e em detrimento da maioria silenciosa e ordeira. A manipulação de estatísticas do Censo, somando o grupo de pretos(7%) aos pardos (40%) para criar os “negros”, o que segundo o Caldas Aulete, é sinônimo de preto, tudo com a finalidade de considerar o Brasil um país de pretos,justificando ações afirmativas, é vigarice intelectual, ou estelionato. Sou favorável as cotas sociais, para escolas públicas.
Procurar o caminho de “custo zero” para corrigir nossas deficiências educacionais é, mais uma vez, iludir a sociedade. Uma sociedade, que se tivesse visão e realmente se preocupasse com o futuro de nossos jovens, deveria, isto sim, pressionar o governo para que invista numa educação de qualidade desde o ensino fundamental.