É bem possível que você tenha muitas opções para tomar um cafezinho, incluindo uma Starbucks próxima — já que a empresa está em todos os lugares, de Boston a Budapeste. Mas sua decisão de preferir a Starbucks nada tem que ver com o número de lugares onde a rede tem lojas. O que você quer é a melhor experiência de tomar um cafezinho, qualquer que seja sua definição para ela (sabor, preço, serviço etc.). A Starbucks é uma marca global cujo sucesso ou fracasso depende de uma quantidade infinita de concorrentes locais. Agora, mais do que nunca, a tecnologia facilita estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Mas quando as oportunidades ilimitadas da nossa era global se destacam, alguns líderes abrem mão da importância do local — os pontos em que os consumidores de fato interagem com marcas individuais. Em “Todos Os Negócios São Locais – Por Que Em Um Mundo Global é Ainda Mais Importante Ser Local” (Portfolio-Penguin, 2014), os especialistas em marketing John A. Quelch e Katherine E. Jocz examinam as técnicas empregadas por dezenas de empresas que consideram que o lugar é parte de toda decisão estratégica. Os autores mostram por que as melhores marcas globais são também as melhores marcas locais.
Todos os negócios são locais
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