Clara Sodré, pedagoga e diretora do Instituto LECCA, organização sem fins lucrativos voltada a educação de crianças superdotadas de baixa renda, chama atenção para a importância de oferecer oportunidades a jovens talentos em comunidades carentes. Saiba mais em ilecca.org.br
Conheça o ILECCA
Leia também
Eleições 2026: quando a política vira prêmio de risco
08/07/2026
*Letícia Porto Moreto Anos eleitorais impõem uma lógica específica sobre economias emergentes que retrata a incerteza sobre a continuidade de...
O custo de não ser confiável: porque o Brasil não é a primeira opção para datacenters no mundo
01/07/2026
*Pedro Cavalini Avila O Brasil costuma gostar de se enxergar como um país de potencial ilimitado, especialmente quando o assunto é tecnologia....
A Política que Consome o Futuro
24/06/2026
*Antonio Vladika Em economia, o tempo cobra juros. A política que tenta comprar o presente com recursos do futuro apenas troca o nome da dívida:...
Transparência formal não basta: por que dados públicos ainda não chegam ao cidadão
17/06/2026
*Caio Polo, Enzo Rossi, Pedro Sivero e Samuel Campovilla Há uma diferença profunda entre publicar dados e informar cidadãos. O Brasil avançou na...
Bom dia Sra Clara,
Gostaría de parabenizar a senhora e o instituto, eu via o seu vídeo disponibilizado pelo site http://www.imil.org.br/milleniumtv/conhea-ilecca/ sobre o projeto do Instituto Lecca através do presidente de onde trabalho, pelo que me deu a entender, a filha de sua empregada doméstica foi uma das crianças selecionadas para participar.
Eu fico muito feliz em descobrir que existem “grupos” apoiando esses crianças/jovens, por que, há mais ou menos três atrás, fiz uma busca exaustiva por uma instituição que pudesse aprimorar pessoas com altas habilidades, eu possuo um filho com esta característica, e o mesmo, neste período passou a se desenteressar pela escola, eu vi que não tinha outra maneira, era necessário fazer algo, precisava oferecer lhe melhores condições para expandir as suas habilidades. Deste pequeno ele apresentava potêncial, e as professoras, psicologas e pedagogas das escolas em que passou, me alertavam para o seu potencial e as suas necessidades, mas, como …
Colégio Elite (Vila Valqueire), bolsa conquistada por ele mesmo em concurso.
Não sei como será no ano que vem, mas sinto que ele poderia ter ampliado muito suas habilidade e não precisaria ter passado com chato e outras situações que surgiram nos colégios devido a isso. Querer saber mais e mais quanto não tem ninguém que possa ter oferecer deve ser muito decepcionante. Debater com a professora sobre conhecimentes que ela diz que você não deveria ter devido a sua “pouca” idade. Tudo isso e mais o fez desistir por um bom tempo de progredir, estudar, etc.
Mas graças à Deus, isso não o fez perder nenhum ano no colégio, mas acredito que deixaram marcas que talvez não se apague.
Por isso venho parabeniza-los. Realmente é preciso ajuda-los, deixa-los crescer. O meu filho com certeza não é o único e nem será o último nesta situação.
Obrigada por fazer um bem para toda a humanidade,
Marcia Perelli