Para o jornalista e escritor, a qualidade da representação política no país pode melhorar se o voto deixar de ser obrigatório. Ouça.
Para o jornalista e escritor, a qualidade da representação política no país pode melhorar se o voto deixar de ser obrigatório. Ouça.
Jornalista e escritor brasileiro, Guilherme Fiuza mantém uma coluna sobre política na revista "Época" e escreve para o jornal "O Globo". É co-autor da minissérie "O brado retumbante", exibida em 2012 pela TV Globo, e assina o livro "Meu nome não é Johnny" cuja adaptação ao cinema rendeu ao escritor o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Roteiro Adaptado. Além deste, Fiuza escreveu "3.000 dias no bunker", "Amazônia, 20º andar", “Bussunda - A vida do Casseta” e "Giane — Vida, arte e luta". (Foto: Leo Aversa)
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Excelente observação, a verdadeira democracia deixa em mãos de seus cidadãos sua vontade.
censura não
Conheço muitas pessoas que encaram o voto obrigatório como uma penitência… vão obrigatoriamente para a urna e votam no primeira pessoa que vem à cabeça… ou seja, sem reflexão… susceptível às propagandas mais simples. Se alguém não quer participar…é sua escolha, deve-se respeitar isso, afinal, isso é liberdade na sua mais pura concepção.